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Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway: An Updated Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway. Anesthesiology, Volume 98(5), May 2003, 1269-1277.

 

Legendas

 * Sempre confirmar ventilação (com tubo traqueal ou Máscara Laríngea) com CO2 expirado  (capnografia ou colorimétrico).

 

(a) Outras opções incluem, mas não são limitadas a: cirurgia utilizando máscara facial ou Máscara Laríngea, anestesia local ou regional para procedimentos periféricos que possam ser interrompidos a qualquer momento.
Essa opções só serão viáveis se houver livre acesso a cabeça e a ventilação com máscara for possível e eficaz.

O paciente deve ser informado da possibilidade de intubação acordado.

(b) Técnicas “invasivas”: traqueostomia cirúrgica ou percutânea e cricotireoidostomia.

(c) Técnicas não invasivas de acesso à via aérea incluem, mas não são limitadas a:fibroscopia; laringoscópios não convencionais; Máscara Laríngea como um guia para intubação (com uso de fibroscópio ou não); intubação com estilete guia, estilete luminoso ou tubo trocador; intubação retrógrada; intubação nasal ou oral às cegas; broncoscopia rígida.

(d) Considerar re-preparar o paciente para intubação acordado ou cancelar a cirurgia.

(e) As opções para acesso de emergência, não invasivo, à via aérea incluem, mas não são limitadas a: Combitube, ventilação a jato transtraqueal (VJTT) e broncoscópio rígido.

 


Definição VAD | Avaliação Via Aérea | Algoritmo VAD  

 Preparo para intubação acordado | Anatomia | Posição ideal para laringoscopia | Fibroscopia   

 VJTT | Combitube | Cricotireodostomia | Máscara Laríngea

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