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Técnica:
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1. Se
possível: colocação de coxim sob os ombros para
maximizar a exposição do pescoço e assepsia
da região
anterior do pescoço e anestesia da pele. |
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2.
Identificar a membrana cricotireóidea. |
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3.Imobilizar a laringe usando o polegar e o dedo médio
enquanto que o indicador palpa a membrana
cricotireóidea.
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4.Fazer
incisão vertical na pele e palpar a cartilagem e incisão horizontal na membrana cricotireóidea
próxima à sua borda inferior
(Fig.A).
5.Dilatar
verticalmente a incisão com uma pinça Kelly ou com
o cabo do bisturi
(Fig. B). |
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6.Inserir a cânula de cricotireoidostomia, de
traqueostomia infantil ou mesmo um TT de calibre
pequeno.
7.Insuflar
o balonete e confirmar intubação (CO2
expirado). |
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Complicações das técnicas
cirúrgicas de acesso a via aérea:
Imediatas: hemorragia; enfisema subcutâneo ou de
mediastino; pneumotórax, perfuração de traquéia,
mediastino ou esôfago; lesão de corda vocal; aspiração
do conteúdo gástrico; rotura de laringe;
hipercarbia.
Tardias: estenose
traqueal ou subglótica; aspiração; fístula
traqueo-esofágica; mudança na voz;
infecção; sangramento; traqueomalacia. |