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Estiletes
Ópticos
Os Estiletes Ópticos
Visuais incorporam a visualização de imagem por fibroscopia,
juntamente com o pequeno diâmetro e a forma dos estiletes de
intubação clássicos (guia iluminado, guias metálicos, “bougies”)
amplamente conhecidos.

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Shikani (Shikani Optical Stylet - SOS) |
O estilete
óptico Shikani (SOS) combina a função de estilete luminoso com
fibroscópio nos tamanhos adulto e pediátrico.
É constituído por um
tubo de aço inoxidável maleável com 4.3 mm de diâmetro com sua ponta
em forma de “J”.
Dispõe de um sistema
duplo de fibra óptica interno, um capaz de carrear luz e outro para
visualização.
Um fixador
móvel com um encaixe para o conector do TT, ajusta a posição deste
tubo no estilete, e ao mesmo tempo serve para administrar O2
diretamente ao seu interior.
O conjunto é selado,
possibilitando sua limpeza e esterilização.
O estilete
óptico tem basicamente as mesmas indicações do estilete luminoso
convencional:
intubação
acordado,
situações de VAD onde após indução da anestesia a intubação por laringoscopia
direta não for possível, mas que ainda se possa ventilar o
paciente sob máscara facial.
Técnica:
1) Lubrificar o estilete
e aplicar substância anti-embaçante na lente distal ou mergulhar sua
ponta em água quente por alguns minutos.
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2) Posicionar o estilete
no interior do TT.

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lente distal não deve ultrapassar a ponta do TT
posicionar
a lente distal a 5mm do bisel |
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3) O operador traciona a
mandíbula usando a mão esquerda, muitas vezes a tração da língua
também facilita a intubação.
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4) Inserir o estilete +
TT na orofaringe pela rima labial direita e avançar sempre na linha
média até alcançar a hipofaringe. |
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5) Sob visão direta, a
ponta do estilete é introduzida por entre as cordas vocais.
6) Soltar o TT de seu
fixador, e deslizar o TT pelo estilete até a traquéia sob visão
direta.
7) Remover o estilete e
confirmar a intubação.
Lembretes importantes:
A dificuldade técnica
mais comumente encontrada com o uso dos estiletes ópticos é sua
inserção muito profunda, geralmente se direcionando ao esôfago.
A epiglote deve ser
inicialmente identificada como ponto de referência.
Após
ultrapassar a epiglote, geralmente as cordas locais já são visualizadas.
Caso não se consiga
identificar estruturas de referência, como a epiglote, cordas vocais
ou anéis traqueais, é indicado a retração do estilete e o reinicio
de todo o processo.
Uma maior extensão do
pescoço pode ser útil.
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