NOSSO OBJETIVO:  Divulgação e atualização na abordagem da via aérea difícil.

 

                          

O manuseio inadequado da via aérea é a causa mais freqüente

de complicações relacionadas à anestesia1.

 

 

O Comitê de Defesa Profissional da Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA) realizou

um trabalho de revisão onde analisou processos movidos contra anestesiologistas e resolvidos por acordo1.

 

 Esta pesquisa revelou que a grande maioria dos eventos adversos esteve relacionada aos pulmões e vias aéreas.

 

Com os resultados dessa revisão, a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA) publicou orientações para a abordagem da via aérea2,3.

 

Video muito interessante  sobre intubação traqueal acordado.

Dr. Michael Bailin (Massachusetts General Hospital)
contato: awakeintubation@yahoo.com

 

 Visite o link  http://www.youtube.com/watch?v=bDRTzmuwMnQ&feature=youtu.be

 
 

 

Três causas foram responsáveis pelas complicações:

  ventilação difícil,

  falha em reconhecer intubação esofágica e

  dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de intubação.

 

Óbito ou dano cerebral foram causados por erros ou omissões, tais como:

  falha em reconhecer a gravidade do problema,

  a não observação atenta das vias aéreas,

  não agir corretamente em tempo hábil.

 

As principais seqüelas associadas ao manuseio inadequado da via aérea difícil são:

  óbito, lesão cerebral, parada cardiopulmonar,

  traqueostomia desnecessária, trauma à via aérea ou aos dentes.

 

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A  impossibilidade de ventilar e intubar

um paciente está estimada em

0.01 a 2.0 em cada 10.000 anestesias.

 

 

Via aérea difícil no Projeto Diretrizes AMB-CFM

 

 

A tolerância à ventilação inadequada

e à hipóxia resultante, depende de:

idade,

peso,

estado físico dos pacientes.

saiba mais

               

                manuseio da via aérea na emergência

                              algoritmo VAD

1) Caplan RA, Posner KL, Ward RJ  et al - Adverse respiratory events in Anesthesia: a closed claims analysis. Anesthesiology, 1990; 72(5):828-833. 

2) Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway - A Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management

of the Difficult Airway. Anesthesiology, 1993; 78:597-602.

3) Practice Guidelines for Management of the Difficult Airway: An Updated Report by the American Society of Anesthesiologists Task Force on Management of the Difficult Airway. Anesthesiology, Volume 98(5), May 2003, 1269-1277.


As orientações publicadas pela ASA, e que são apresentadas neste website, não tem por objetivo se tornarem padrões de condutas e sim orientações para facilitar a manipulação das vias aéreas e reduzir a ocorrência de eventos adversos.


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     aulas sobre vários temas de VAD


 

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                                                   Atualizado em   /  Março  /  2012